Vilhena/RO – O trágico assassinato de Victor Davy da Silva Pedrosa, um garoto de 12 anos, na última quinta-feira (26), em Vilhena, gerou forte comoção e a resposta imediata das forças de segurança. O Coronel Regis Wellington Braguin Silverio, Comandante Geral da Polícia Militar de Rondônia (PMRO), em entrevista ao Extra de Rondônia, atribuiu o crime à presença de facções criminosas que operam em todo o país, impulsionando a escalada de violência.
Segundo o Coronel Braguin, a PMRO, em colaboração com a Polícia Civil, dará início a um trabalho intensivo de inteligência para identificar os suspeitos e implementar ações enérgicas contra o crime organizado. “Vamos focar em informação de qualidade, colaborar com as investigações da Polícia Civil e planejar uma reação competente para neutralizar a força bélica do crime organizado”, afirmou o Comandante.
O Coronel Braguin ainda destacou a posição estratégica da região de Vilhena para a logística, economia e tráfico de drogas, o que atrai o interesse das facções criminosas. “É uma posição geográfica importante para a logística, economia e, consequentemente, para o tráfico de drogas e o interesse das facções”, explicou.
Diante da lentidão dos processos e da execução penal, as autoridades estão focadas em ações preventivas e reativas para conter o avanço da violência. “Nossa ação será contundente, buscando prevenir e, quando necessário, reagir com força”, declarou o Coronel.
O Caso:
Victor Davy da Silva Pedrosa, de 12 anos, foi morto a tiros na tarde de quinta-feira (26), em Vilhena. Testemunhas relataram que o garoto estava na casa de um amigo quando foi atacado por um homem não identificado e morreu nos braços da mãe.
De acordo com o boletim de ocorrência, o agressor chegou de bicicleta, atirou contra as duas crianças e fugiu. Um dos garotos foi atingido no braço e sobreviveu, enquanto Victor foi baleado e morreu no local.
O Corpo de Bombeiros confirmou a morte do garoto, e o amigo ferido foi encaminhado ao Hospital Regional de Vilhena. O corpo de Victor foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), e o suspeito ainda não foi localizado.

Fonte: G1/RO e RolNews


























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