Uma moradora de Vilhena, Thayane Batista, de 41 anos, realiza uma rifa de eletrodomésticos para arrecadar recursos destinados ao tratamento contra o câncer de mama. A campanha busca reunir R$ 34 mil para ajudar com despesas médicas e dar continuidade ao tratamento.
Conforme informações divulgadas pela família e reproduzidas em reportagens publicadas nesta sexta-feira (23), Thayane recebeu o diagnóstico de câncer de mama HER2 positivo em agosto de 2024. Ela relata ter passado por exames, deslocamentos para atendimento e seis sessões de quimioterapia. Alterações cardíacas teriam adiado a cirurgia, e atualmente ela realiza terapia-alvo.
A arrecadação também pretende ajudar na compra do medicamento Lynparza 150 mg e em custos relacionados à cirurgia. Segundo o relato divulgado, a família tentou obter o medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas o pedido não foi atendido. As informações sobre o quadro clínico, o tratamento e a situação judicial foram relatadas pela família e não foram verificadas de forma independente pelo Urupá 190.
A página da campanha informa como prêmios uma geladeira Electrolux e um fogão Brastemp. Cada número custa R$ 15, e o sorteio está marcado para 20 de dezembro de 2026. A descrição da rifa afirma que as contribuições ajudarão com despesas de alimentação, medicamentos e roupas.
Além de participar da rifa, a família pede doações de alimentos e roupas. A campanha está disponível neste link. A própria plataforma informa que os detalhes e as imagens da rifa são de responsabilidade do organizador.
A página da campanha não informa o município de residência. Reportagens publicadas por veículos distintos divergem sobre a cidade: o AcreNews situa Thayane em Rio Branco (AC), uma publicação do perfil de notícias Cruzeiro do Sul a identifica como moradora de Cruzeiro do Sul (AC), enquanto veículos de Rondônia a apresentam como moradora de Vilhena (RO). Nesta apuração, a residência em Vilhena foi confirmada diretamente pelo solicitante; a campanha não confirma essa informação. As divergências geográficas e os dados clínicos não foram verificados de forma independente.





























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